Em movimento, sempre.

Depois de me inserir nessa carreira como profissional autônoma, passei a sentir muito a falta da troca de experiência com outros profissionais da área – principalmente pelo fato de ter trabalhado com profissionais incríveis, com as quais tive oportunidade de crescer.

Por conta disso, fui em busca de vivenciar outras práticas, conhecer outros profissionais, novos modos de pensar, en

sinar, interagir e principalmente sair da zona de conforto da minha própria linha de raciocínio e de me conhecer melhor - em movimento!

Nessa caminhada, passei por várias tribos: pilates com aparelho, treinamento funcional, ginástica holística, antiginástica, uns três diferentes tipos de yoga, crossfit, garuda e agora o aikido – e confesso que já poderia listar mais três grupos pelos quais ainda pretendo passar.

Essas vivências me permitem perceber algumas coisas: como é bom estar em movimento, como o pensamento flui melhor com o movimento e como é bom ter um professor a quem confiar sua prática.

Sendo uma profissional da educação física, atuante na área, é muitas vezes difícil deixar completamente de lado o pensamento-julgamento de professor, mas certamente o movimento me impulsiona para clareza de pensamento e muitas vezes, a busca por práticas completamente diferentes daquilo que faço é o que torna mais simples essa entrega.

A sede e curiosidade que me impulsionam para conhecer mais sobre o movimento humano não passou e espero que nunca passe. Ainda me pego planejando como estruturar um grupo de estudos com outros curiosos sobre o assunto – como nos velhos tempos, mas ainda não consegui interações sólidas e duradouras.

O que vale, ao final, é entender que a vida é movimento e essa é, na minha opinião, a melhor razão para sustentar uma ou mais práticas para a vida toda.

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